Não é o iPhone que me prende ao ecossistema da Apple

Apple iPhone

É nesta altura do ano, bem como em março, que se torna difícil ter um Apple iPhone. Pelo menos, em parte. Isto porque é um momento que coincide com grandes lançamentos de enormes concorrentes ao smartphone da empresa norte-americana.

E a verdade é uma, entrar no ecossistema da Apple é simples, sair é que nem tanto. Mesmo assim, não é o iPhone o produto que me amarra a um universo que por vezes se torna demasiadamente enclausurado. Pelo contrário.

O iPhone da Apple é só mais um…

Ainda que o iOS seja diferente do Android em aspetos chave que o tornam único, certo é que não é tão distinto como foi outrora. Portanto, a primeira pergunta colocada é sempre a mesma: Pedro, não consegues largar o iPhone, pois não?

Os professores costumam (ou costumavam), na escola, colocar as perguntas mais simples no início, aumentando a dificuldade daí para a frente. E este é exatamente o caso. A resposta é fácil e positiva.

Depois vem a clássica: então é por causa do Mac? Sinceramente, se não fosse a edição de vídeo do qual preciso com alguma frequência, podia viver sem o Mac. Seria difícil, mas possível. Portanto, não, não é por causa do MacBook Pro.

E a ti, o que te faz estar dentro do ecossistema da Apple?

Bem, há sempre aquela que deixo em branco, que envolve o iPad, por não ter nenhum desde o de 4.ª geração que deixei de usar entretanto.

Assim, essa não é uma questão que se coloque, pelo que se segue a dos AirPods e, por último do Apple Watch. Os earphones da empresa de Tim Cook, ainda que bastante especiais, podem ser usados com devices de outras empresas, como Windows PCs ou Android smartphones. Não é bem a mesma experiência, mas é semelhante e agradável.

Já o relógio inteligente que acompanha o iPhone, esse sim, é indispensável. Não há como largar o relógio da Apple. O Apple Watch é o centro de notificações do iPhone, é a smartband para a prática desportiva, o aparelho que utilizo para medir o quão bem (ou mal) durmo. É também o mãos-livres no carro, o GPS de pulso e muito mais. Chega a ser um Walkie-Talkie que me remete a uma era longínqua e que não experienciei naquela altura.

Há alternativas no mercado, é um facto. Mas nenhuma se apresenta tão fiável na leitura dos dados, elegante ou responsiva – no que toca às três qualidades ligadas entre si. Geralmente, há sempre um dos vértices desse triângulo que fica em falta.

E por falar nisso, que falta sentiria se não pudesse contar com o meu Apple Watch.

15 Shares: